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# Hotel feito com 12 mil quilos de lixo é erguido em Roma

Com a crescente poluição das atrações turísticas naturais, é fácil encontrar lixo nas praias, florestas e cachoeiras mais movimentadas. Para alertar o turista europeu para os cuidados com os pontos visitados foi erguido um hotel com 12 mil quilos de lixo em Roma.

Banner de divulgação do projeto. (Foto: Divulgação.)

O Save The Beach Hotel não é bonito, mas nada feito de sujeira é. O design é do artista alemão H.A. Shult, que o desenhou para a campanha ambiental do grupo Save The Beach.

Shult, em entrevista à BBC, explicou a ideia central da campanha: "ele é feito de lixo porque em todo lugar que vamos no mundo há lixo. Nós vivemos em um momento de poluição do planeta, mas não nos damos conta que ele nos pertence por pouco tempo".

O hotel não é feito apenas de lixo, para fazer estrutura e paredes foi utilizado um material pré-fabricado. Além disso, não dá para reservar hospedagem nem na alta estação, já que a construção é temporária. A campanha tem o objetivo de chocar os turistas com a quantidade de resíduo retirado das praias da cidade.

Fonte: Portal EcoDesenvolvimento.

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# Cuidado! 'Percevejos vampiros' podem invadir sua casa e beber seu sangue durante a madrugada

Os "bedbugs" ou percevejos-de-cama (Cimex Lectularius) são uma espécie de parasita que se alimentam de sangue humano e costuma atacar à noite, infestam-se em residências como baratas e, ao contrário do que se pensa, não tem nada a ver com boa higiene ou falta dela e pode espalhar-se através de objetos encontrados na rua ou a própria roupa.

Após picar uma pessoa, o “bedbug” esconde-se nas dobras de colchões ou frestas e pode ficar sem se alimentar durante o período máximo de 1 ano.
(Foto: Yrichon/Flick.)

Acredito que poucas pessoas no Brasil têm conhecimento sobre  esta criatura, mas, enquanto conversava com uma amiga americana de Chicago que conheci num chat de intercâmbio de idiomas, ela me disse que sua casa havia sido infestada com esses bichos hediondos e que nunca na vida tinha ficado tão assustada, ao ponto de não mais querer dormir.

E, minha nossa!, disse que ela e sua mãe vão perder praticamente todos os seus objetos e roupas, já que essa criatura não tem preferência de local para por seus ovos.

Logo de cara, quando ela me perguntou se eu conhecia sobre estes tais bedbugs, achei que era algum tipo novo vírus ou contaminação de computador [rsrs!]. Mal sabia eu da gravidade desses percevejos.

Pensei que eles eram também um tipo de praga exclusiva da América do Norte ou de zonas temperadas, mas esses bichos, assim como o homem, sua principal fonte de alimento, eles podem viver praticamente quase em todos lugares do mundo.

Andei fazendo algumas pesquisas e descobrir que essas  coisas também atacam aqui no Brasil. Muitos hoteis do Rio de Janeiro, por exemplo, sofrem com essas pragas devido à grande circulação de pessoas vindas de várias partes do mundo. Elas podem trazer sem saber bedbugs escondidos em roupas e objetos, ou ainda apenas seus ovos que eclodem aqui para formar novas colônias. Destaquei abaixo os principais pontos da pesquisa sobre estes insetos:

Cientistas acreditam que o “BedBug” chegou ao continente americano ainda no século XVII, trazido por colonos europeus. Estes insetos praticamente desapareceram a partir da década de 50, quando a utilização de inseticidas de efeito residual, como o DDT, passou a ser uma prática comum e bastante eficaz para o seu controle.

Entretanto, nos últimos anos a ocorrência de infestações começou a aumentar após vários anos sem muita alteração. A proibição da utilização do DDT associado ao crescimento das viagens internacionais e ao aumento da densidade populacional com baixas condições sociais na periferia das grandes cidades são as causas mais prováveis para o seu retorno. E, em virtude do fenômeno da globalização, o inseto pode ser encontrado em várias áreas do mundo.

As camas são os locais mais comuns para esses insetos se alimentarem, se esconderem ou depositarem seus ovos. Além delas eles podem se abrigar em poltronas, cadeiras estofadas, fendas nas paredes e molduras e pilhas de roupa. Isto significa que praticamente qualquer local escuro e protegido pode se tornar ótima moradia para os percevejos.

Existem capas especiais que “lacram” o inseto no interior dos colchões impedindo que eles saiam ou piquem as pessoas durante a noite. Essa capa, que pode ser encomendada através dos profissionais, deve ser posta no colchão pelo período mínimo de 1 ano, que é o tempo máximo que o inseto fica sem poder se alimentar.

Além dos colchões, o parasita pode estar presente em outros objetos encontrados na rua que muitas pessoas costumam recolher para si como malas, roupas, brinquedos, qualquer coisa pode ter; não precisa necessariamente ter o percevejo, mas podem estar os ovos ou as ninfas (lêndeas).

Com relação às “bombas”, inseticidas especiais encontrados nos supermercados, na quase totalidade dos casos, elas servem apenas para “irritar” os insetos e espalhá-los para os outros cômodos da casa. Por isso, recomenda-se que, nos casos de contaminação por “bedbugs”, a primeira coisa a ser feita é contatar um profissional especializado e reconhecido.

Ataques noturnos

Geralmente, de manhã, as pessoas atacadas percebem pontos de sangue no lençol. Também é possível perceber manchas de sangue seco e rastros de fezes do inseto nas costuras do colchão e na fronha do travesseiro. Segundo especialistas, o ciclo de vida desse inseto constitui-se em 5 estágios, que vai da fase do ovo até adulto. Os machos e as ninfas saem do esconderijo para alimentar-se a cada 2 ou 3 dias. Alimentam-se de três a cinco minutos, tarde da noite, e depois retornam para o esconderijo, protegidos da claridade. Os ‘bedbugs’ (percevejos-de-cama) podem sobreviver por longos períodos (até 1 ano) sem se alimentarem.

Reações adversas

Algumas vítimas apresentam uma reação de pele característica ocasionada pela picada do inseto. Sabe-se que os ‘bedbugs' injetam um anti-coagulante que permite que o inseto sugue até que esteja plenamente satisfeito. Atraídos pelo calor e pelo dióxido de carbono, os insetos perfuram a pele das pessoas com duas trompas: uma para injetar saliva, que contém anti-coagulantes e substâncias anestésicas, e outra para chupar o sangue. Após a refeição, eles se escondem e “cochilam” em colchões, móveis, armários ou travesseiros.

A irritação resultante da ação do anti-coagulante em torno da picada pode ser severa, particularmente para as pessoas com a pele mais sensível. É difícil resistir e não coçar a picada, entretanto, o ato pode infeccionar a área.

Apesar de não transmitirem doenças para o homem, os percevejos causam grande desconforto. As picadas podem causar prurido, inchaço e inflamação, levando à irritação da pele e até a uma infecção. Com o passar do tempo, a exposição constante à saliva injetada durante a sua alimentação pode resultar em uma reação alérgica a picadas em pessoas mais sensíveis. Caso isso aconteça, a pessoa deve consultar com um médico para receber atendimento adequado.

Casos inusitados

Jornais de Nova York já publicaram histórias inusitadas sobre os insetos, como as de pessoas que pararam de dormir com o namorado ou namorada ao descobrirem que estes tinham percevejos no colchão ou da vereadora democrata, Gail Brewer, que propôs a criação do “Grupo de Ação Anti-Percevejos”. Espantados diante dessa situação, especialistas atribuíram a epidemia ao circulação de viajantes de todas as partes do mundo em grandes cidades.

Controle da praga

Um especialista em combate de insetos deve ser procurado para assegurar um controle seguro contra a infestação do ‘bed-bugs’. Em primeiro lugar, deve ser realizada uma inspeção completa na área infestada antes de iniciar os procedimentos. Todas as áreas onde existe a possibilidade de esconderijos devem ser identificadas e aplicado os inseticida de nível tóxico baixo para essa finalidade.

Não é aconselhável aplicar nenhum tipo de veneno por conta própria, pois isso poderia ser perigoso à saúde dos ocupantes do local.

Fontes: Postagem elaborada com seções do artigo sobre percevejos-de-cama, de Luis Gustavo Grijota Nascimento, do site Pragas e duma entrevista de Sherman de Souza, um exterminador pragas proprietário da Eastern Pest Solutionsde em New Jersey, Estados Unidos, sobre prevenção de ataques e infestações de 'bedbugs' às casas de comunidades de imigrantes brasileiros nos Estados Unidos, concedia ao Brazilian Voice Newspaper.

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# Morto é velado em cima de sua moto

Quando você acha que já viu de tudo na vida, aparece uma coisa dessas. Um sujeito que morreu baleado em Porto Rico, teve o seu corpo embalsamado e seu velório foi realizado em cima de uma motocicleta.

Para evitar acidentes, a moto ficou o tempo todo em ponto morto. (Foto: Vanessa Serra/Primera Hora.)

David Morales, de 22 anos, trabalhava fazendo entregas e havia acabado de ganhar a moto - uma Honda CBR600 F4 – de um tio.

O pessoal da funerária Marin, que fica no bairro de Hato Rey, arrumou tudo para que, quando os amigos e parentes do morto viessem se despedir de Morales, ele estivesse montado no veículo.

Ele foi enterrado na tarde de quarta (28) no Cementerio Municipal, em Rio Piedras.

De acordo com empregados da funerária, Morales vivia em Cupey e foi assassinado a sangue frio em uma travessa da Avenida Rexach, no Barrio Obrero, no distrito de Santurce, na capital de Porto Rico.

A funerária Marin é famosa por sempre atender últimos desejos. Em agosto do ano passado eles ganharam relativa notoriedade por terem velado o corpo de Ángel Luis “Pedrito” Pantojas Medina em pé, vestido com suas roupas preferidas.

Fonte: Portal R7.

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# Despois de morta, uma pessoa pode virar sabão?

Aargh! É nojento, mas é verdade. Quando uma pessoa morre, seu corpo pode, através de processos naturais, apodrecer e ter sua carne consumida pela "flora cadavérica" até se tornar um esqueleto; mumificar-se pela ação físico-química do ambiente ou se transformar simplesmente em sabão também por ações físico-químicas.

Corpo em estado de Saponificação. (Foto: Funeralis.)

Este processo pelo qual um corpo se transforma numa espécie de sabão é chamado de saponificação cadavérica. Consiste na transformação da gordura dos tecidos em adipocera - substância amarelo-clara, semelhante a cera ou queijo, com um odor rançoso e desagradável. Os lipídios são transformados em sabão e o corpo transforma-se numa massa pastosa e, em muitos, casos sem forma. Há uma transformação gordurosa e calcária do cadáver.

O processo ocorre devido à circunstâncias que são intrínsecas ao cadáver e principalmente ao meio onde este permanece.

Como condições individuais temos: a idade (facilidade nas crianças); obesidade; causa mortis (intoxicações pelo álcool e pelo fósforo facilitam).

E como condições ambientais temos: local úmido ou meio semi-líquido com água que se escoa e se renova e solo argiloso que retém a água, ricos em sais de cálcio. Transformando o terreno ao redor da cova, numa espécie de tanque de conservação.

A adipocera transforma quimicamente todos os tecidos do cadáver, conservando este sua forma com as feições como se tivesse acabado de morrer.  A pele é pouco alterada. As gorduras  se transformam em glicerinas e ácidos graxos e estes, por sua vez, se combinam com álcalis originando sabões amoniacais e alcalinos terrosos. Posteriormente estes se transformam em sabões calcários,  por ação dos sais da água, adquirindo o cadáver uma maior resistência à decomposição.

A adipocera começa cerca de 1 mês de permanência do corpo na água; é visível e franca na face aos 3 meses.  A transformação completa requer cerca de 1 ano.  No início do processo ainda é possível reconhecer os diversos órgãos, depois todos são idênticos.

SAPONIFICAÇÃO RETARDA ROTATIVIDADE EM CEMITÉRIOS NO BELÉM DO PARÁ

Um estudo coordenado pela professora Lúcia Maria da Costa e Silva, em 1996, comprovou que o cemitério do Benguí, em Belém, estava contaminando o fluxo de água subterrânea que segue para a área residencial vizinha. A pesquisa, junto com a análise da água, motivou o fechamento do cemitério.

Os cemitérios públicos de Belém, como o do Benguí e o do Tapanã, foram implantados dentro do conceito de rotatividade. Periodicamente, a Prefeitura realiza a exumação observando o tempo de inumação – sete anos para homens e três para crianças até sete anos – período em que o processo de putrefação já teria cumprido suas quatro fases.

No entanto, pesquisadores da Faculdade de Geofísica da UFPA comprovaram um fenômeno no cemitério do Benguí: a saponificação dos corpos, interrompendo qualquer um dos quatro estágios da putrefação, postergando-o e, consequentemente, retardando em vários anos qualquer tentativa de exumação.

Lúcia Costa e Silva observa que a legislação municipal, baseada em normas do período colonial, está em flagrante oposição à realidade amazônica e que, em outros países, onde a ocorrência da saponificação é remota, a exumação só é realizada após 25 anos. O cemitério do Benguí foi desativado em 1997. Ocupa uma área de 450x600 m². Absolutamente imprópria para abrigar um cemitério, porque o nível hidrostático é inferior a 1,20m no inverno, ou seja, a água entra nas sepulturas, caso não reportado na literatura.

O que mais surpreendeu os pesquisadores da área de geofísica da UFPA é que o fenômeno da saponificação não está restrito ao baixo terreno do cemitério desativado. Também no Tapanã, edificado sobre um terreno alto, com nível hidrostático em torno de 7,5 metros, os estudos registraram o fenômeno.

No Benguí, a exumação e a limpeza da área são necessárias para eliminar a contaminação e para uma futura reutilização com outra finalidade. Quanto ao Tapanã, a exumação é parte do processo de rotatividade, liberando sepulturas para novos enterramentos.

Diferentemente da situação extrema do Benguí, o Tapanã, aparentemente, apresenta condições ideais para abrigar um cemitério, mas a análise da subsuperfície apresentou uma característica típica da Amazônia: a presença excessiva de argila. Impermeável, ela retém a água da chuva, formando um grande bolsão de lama em torno do cadáver, cujo desenvolvimento, durante vários meses, foi monitorado pelos pesquisadores com instrumentação sofisticada. É essa lama a responsável pela saponificação.

Os coveiros do cemitério informaram aos pesquisadores que a saponificação está impedindo a realização de exumações periódicas. A situação tende ao agravamento, pois o cemitério já enfrenta problemas de superlotação, que motivaram o uso das passarelas de terra para sepultamentos, bem como a construção de um novo ossuário, eliminando, assim, o depósito num dos banheiros. A porção final do cemitério, por sua vez, não pode ser ocupada, porque o lençol de água subterrânea está muito próximo da superfície.

“Nossos estudos mostram que a saponificação é frequente. Isso vale para a Amazônia inteira. A solução mais viável é o forno crematório”, alerta Lúcia Costa e Silva, diante da proposta da Prefeitura de construir um cemitério vertical.

Comparando os dois tipos, a pesquisadora ressalta que a cremação é rápida, eficiente, agride menos o ambiente e precisa, apenas, de um bom dispositivo para filtrar odores, enquanto o cemitério vertical requer tratamento de gases e líquidos produzidos. Pesquisa de opinião realizada pelos pesquisadores mostra que, ao contrário do que muitos podem pensar, a cremação é aceita pela população. O Pará é o único Estado brasileiro com dois crematórios particulares. Em muitos países, há centenas de crematórios, caso dos EUA, Japão e Alemanha, entre outros.

Referências: Paulo Roberto Silveira; Jornal Universitário Beira do Rio (UFPA) e Enfermagem Forense.

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# Ogopogo: o monstro do lago Okanagan, Canadá

Ogopogo ou Naitaka (língua salish: n'ha-a-itk, "demônio do lago") é o nome dado a um monstro lacustre que supostamente vive no Lago Okanagan, Colúmbia Britânica, Canadá.

Imagem computadorizada do que seria o Ogopogo segundo relatos. (Foto: Freaking News.)

Os defensores da existência do Ogopogo alegam que os primeiros documentados a respeito da aparição do monstro datam por volta de 1872, e ocorreu porque a área estava sendo colonizada por europeus.

A primeira menção sobre o Ogopogo fora talvez a história de um homem, em 1860, que conduzia cavalos atravessando a nado o lago perto da ilha Rattlesnake. Eles foram tragados em por uma força invisível e desconhecida, mais tarde atribuída ao então popular mito nativo do Ogopogo.

Em 1926, é alegado que uma aparição tenha ocorrido numa expedição costeira pelo Okanagan. Este evento foi supostamente testemunhado por cerca de trinta carros com todas as pessoas que afirmaram ter visto a mesma coisa. Foi também neste ano que o editor do Vancouver Sun, Bobby Carter, escreveu: "Muitas pessoas respeitáveis têm visto (o monstro) ignorar a gravidade dos fatos atuais."

O primeiro vídeo da suposta criatura é o The Folden Film, filmado em 1968 por Art Folden, que mostra um objeto escuro impulsionando-se por águas rasas perto da costa. O vídeo foi filmado a partir de uma colina às margens do lago.

O Ogopogo teria sido filmado novamente em 1989 por um vendedor de carros usados, Ken Chaplin, que, com seu pai, Clem Chaplin, alegou ter visto uma animal parecido com uma cobra nadando no lago, do qual balançou o rabo provocando um jarto d'água. Alguns acreditam que o animal que os Chaplin viram era simplesmente um castor, uma vez que espirros d'água feitos por cauda é uma característica bem conhecida dos castores. No entanto, Chaplin alega que o animal que viu tinha 4,6m de comprimento, muito maior que um típico castor (que medem cerca de 1,2m de comprimento). Poucas semanas depois, Chaplin voltou com seu pai e sua filha e filmou-o novamente.

O zoólogo e criptologista britânico Karl Shuker classificou o Ogopogo como uma variedade de monstro do lago de múltiplos dorsos (corcundas), e sugeriu que possa ser uma espécie de baleia serpentina primitiva, como o basilossaurus.

De qualquer modo, o fato de as provas físicas do animal serem limitadas e as fotografias e filmagens não serem muito nítidas, tem sido sugerido que as aparições da criatura sejam, na verdade, erros de identificação de animais comuns, como lontras e objetos inanimados com troncos flutuantes. Outra sugestão é que o Ogopogo seja um espécie de esturjão (nome comum dado a vários peixes, na maioria grandes, do hemisfério Norte) do lago. É possível que, em alguns casos, também seja erro na identificação de uma seicha, um tipo onda em lagos que viaja abaixo da superfície em um movimento de longa serpentina.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Tradução: Leandro Lima.)

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# As tribos encolhedoras de cabeça

O ritual de encolher cabeças é uma prática que está ligada à cultura de algumas tribos provenientes de regiões do Amazonas, África e algumas ilhas do oceano Pacífico. Geralmente para conservar os crânios de seus inimigos como troféus de guerra ou, até mesmo, talismãs.

Cabeça encolhida de uma mulher(tsantsa) da tribo Shuar, Equador. (Foto: MLSNP/Flickr.)

Há casos, como o do povo Shuar, um grupo étnico que habita uma faixa da floresta Amazônica entre o Peru e Equador, que acredita que, quando um de seus membros morre, a morte do indivíduo foi provavelmente o resultado da magia de seus inimigos na aldeia vizinha, os Ashuar.

Uma vez que a identidade do assassino foi determinada por um xamã, sob a influência de uma bebida alucinógena, um membro da família da vítima passaria a caçar o inimigo para depois matá-lo e executar uma cerimônia de tsantsa (cabeça encolhida). Mas estas não eram tidas como troféus de guerra para os Shuar, já que acreditavam que o espírito do inimigo ficaria preso dentro da tsantsa, impedindo a alma de vingar sua morte.

Em outras situações, o encolhimento de cabeças representa apenas um ritual de mumificação para preservação total ou, pelo menos, parte do corpo de seus entes queridos na esperança que, mesmo após a morte, estes possam ainda se tornar símbolos de proteção da tribo, clã ou família.

TÉCNICAS DE ENCOLHIMENTO

A técnica utilizada pelos indígenas Shuar consiste em diversas etapas. A cabeça é retirada do corpo na altura do tronco em seguida é feito um corte na parte na parte traseira da cabeça por onde são retirados os ossos e separada a carne da pele. Uma vez limpo o couro, este é fervido em água quente com taninos, uma substancia extraído do quebracho, uma planta usada para curtir peles. Após pele ser curtida, é posta para secar com pedras quentes sendo introduzidas em seu interior. E para que não haja deformação, os nativos Shuar usam uma espécie de clipe de palmeira para manter a boca fechada. O clipe é aplicado nas orelhas. Todo o processo leva seis dias para ser concluído e, no último, é celebrado do final dos trabalhos com uma festa chamada Tzantza ou Tsantsa.

Os Shuar acreditavam que o espírito do inimigo ficaria preso dentro da tsantsa, impedindo a alma de vingar sua morte. (Foto: James G. Mundie's Cabinet of Curiosities.)

Em Papua-Nova Guiné, o resultado do encolhimento de cabeças esta associada ao desejo de preservar o corpo de seus entes queridos e, para isto, usa-se o processo de defumação após a retirada dos ossos da cabeça.

SUSPEITAS DE ASSASSINATOS PARA TRÁFICO E COMERCIALIZAÇÃO DE TSANTSAS

A descoberta no Equador, em 2008, de seis corpos decapitados tem levantado suspeitas de que os assassinatos possam estar relacionados com uma rede de tráfico de cabeças humanas encolhidas, conhecidas no Equador por "tzansas". Os cadáveres foram encontrados em províncias onde viviam as tribos que praticavam este ritual.

Como visto acima, as tribos Ashuar e Shuar são as mais conhecidas por praticar este tipo de ritual e muitas das "tzansas" feitas por eles encontram-se agora em museus. Hoje em dia, a procura de "tzansas" humanas foi substituída pela de macacos.

"As mortes de seis pessoas podiam ser parte de um perigoso mercado internacional para vender “tzansas” originais, cujo preço pode chegar aos 13.400 euros. Mas não temos nada confirmado", afirmou ao “El Mundo” uma fonte não identificada.

O prefeito da província de Morona, Felipe Chumpi Jimpikit, pertencente à tribo Ashuar, não acredita que o crime possa estar relacionado com um ritual que tinha como objetivo capturar o espírito do inimigo e tornar-se mais forte. "Isso seria um crime como qualquer outro, uma violação dos direitos humanos que eu, como autoridade da província, rejeito e condeno e, caso encontremos algum responsável das comunidades Shuar e Ashuar, serão julgados conforme a lei indígena", afirmou.

Fontes: Wikipédia, a enciclopédia livre; Keep My Words (tradução: Leandro Lima) e iOnline;

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# O pandemônio histórico das religiões

Assim como panteão é palavra utilizada para designar o conjunto de deuses em uma determinada religião, pandemônio segue a mesma linha e referir-se ao coletivo de demônios. Muitas pessoas sentem um verdadeiro pânico ao ouvir esta palavra. Pronunciá-la então, nem pensar… Melhor dizer Dito-Cujo, Coisa-Ruim, Tinhoso, Chifrudo, Capiroto, entre outros e/ou, até mesmo, simplesmente "Ele" [Rsrs!].

A Queda dos Anjos Rebeldes, Pieter Bruegel, 1562.

Eu, sinceramente, não acredito no sobrenatural. Seja ele benigno ou, muito menos, maligno. Acredito que o bem e o mau vem das pessoas com seus dilemas e conflitos internos e existenciais. Sou um cético de carteirinha, no entanto descambando para uma postura mais agnóstica hoje em dia. Afinal, neste e em outros casos, não tenho a palavra final para afirma que coisas deste tipo existam ou não, apenas posso dizer que são pouco prováveis com base nos conhecimentos científicos alcançados até agora.

Mas, ainda assim, acho muito fascinante a relação mística com que mais de 90% das pessoas mantém com a natureza e a vida. Confesso que adoro conhecer os mitos e lendas das religiões e folclores populares ao longo de nossa vasta história, seja de qual natureza for.

Bem, então vamos lá. Outro dia, enquanto escavocava pela Internet, topei num arquivo em PDF que listava as principais entidades demoníacas das religiões ao longo dos tempos. E nela haviam descrições da aparência, comportamento e função hierárquica de cada um dentro do conjunto de crenças do qual faziam ou ainda fazem parte. 

Antes de disponibilizá-la, é interessante fazer algumas ressalvas. A noção de demônio como descreve a tradição judaico-cristã não é observada em outras religiões, sendo algo quase exclusiva desta. Isto é, nas outras religiões não existe uma polarização tão acentuada de bem e mau. E, em muitas delas, tanto aquilo que se poderia tentar chamar de deus quanto de demônio, compartilham de ambos os "sentimentos" de malignidade e beneficência.

Assim sendo, por exemplo, na mitologia grega havia uma espécie de "demônio" beneficente, como verão na lista, chamado Abramelech que acompanhava uma pessoa durante toda a vida, como uma espécie daquilo que chamamos de anjo da guarda hoje. Imagino que agora deve estar se remexendo com os calafrios que essa frase causa, não é? [Rsrs!].

Natural para nós ocidentais com nossa bagagem religiosa herdada do cristianismo, principalmente a proveniente do catolicismo. Na verdade, até mesmo a palavra demônio é controversa, uma vez que sua origem é grega e possui significado primário de " a voz interior" ou "o deus que vive dentro de nós e nos aconselha". Nas outras religiões as entidades possuem geralmente características antropomórficas, com paixões e dilemas humanos, muito embora questione-se se as entidades da tradição judaico-cristã também não possuam.

Em outros credos, as criaturas mais próximas do que se pode comparar aos demônios na visão judaico-cristã são os gênios ou "jinn | جن" da mitologia árabe pré-islâmica. Muito embora a cultura popular ocidental tenha atenuado ou até mesmo apagado a verdadeira faceta dos gênios, estes possuíam personalidades com alto grau de perversão e malignidade; muito embora, até mesmo dentro do folclore árabe, estes tenham adquirido perfis variados ao longo dos tempos. Desde criaturas inspiradoras e benéficas à maléficas.

Porém, sabe-se que a crença de que o diabo era um anjo e que vivera no céu nasceu com o profeta persa Zoroastro criador do dualismo no mundo e foi acoplada por judeus na babilônia quando foram libertados pelo rei persa Ciro "o grande" que derrotou a babilônia. Os judeus nesta época carregaram muitas crenças persas. As credos mudam e vão se somando e sobrepondo durante a história.

Agora, sem mais delongas, vamos à lista. Está em PDF para download porque é muito extensa para se por numa postagem. Então, divirtam-se:

Fonte: Fragmentos de Wikipédia, a enciclopédia livre.
Arquivo fonte: Fernanda Dinis.

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# O terrível verme-da-mongólia, mito ou realidade?

O verme-da-mongólia, allghoi, orghoi ou khorkhoi (хорхой) é uma criatura venenosa de existência não provada que habitaria o deserto de Gobi, na Mongólia. Há vários relatos de nômades do deserto durante muitos anos sobre este verme gigante.

Arte ilustrada do que seria um 'verme-da-mongólia' segundo relatos. (Foto: Takeshi Yamada.)

Ele parece que saiu de um filme de ficção científica de acordo com os relatos, mas houve vários encontros que mantêm a teoria de que ele realmente existe. Acredita-se que o verme tem um metro e meio de comprimento e lembra o intestino de uma vaca. Ele normalmente é vermelho e às vezes apresenta espinhos nas duas pontas. O verme é altamente perigoso e pode expelir um veneno letal e descarregar choques elétricos a vários metros de distância.

Ivan Mackerle é o líder da equipe da Tchecoslováquia que saiu em busca do verme três vezes. Durante a segunda expedição, Mackerle tentou, sem sucesso, expulsar o verme para fora do deserto usando explosivos. Ele voltou em 2004, desta vez usando técnicas de vôo baixo pra filmar grandes trechos do deserto, mas a expedição não conseguiu capturar nenhum sinal do verme nas filmagens.

Cientistas e pesquisadores amadores estão intrigados com a idéia de uma criatura que tem sido relatada por nômades da Mongólia durante anos. Pode ser apenas uma questão de tempo até que uma das expedições consiga provar a sua existência.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. / Discovery Channel Brasil.

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# Preservação Criogênica, o congelamento de corpos em busca da ressurreição e vida eterna.

A primeira pessoa a ser congelada criogenicamente foi um psicólogo de 73 anos, Dr. James Bedford, suspenso em 1967. Dizem que seu corpo ainda está em perfeitas condições na Alcor Life Extension Foundation.

Tanques de Criogenia, Alcor Life Extension Foundation. (Foto: AP Photo / Tom Hood.)

A idéia de que uma pessoa possa ser congelada e depois trazida de volta à vida quando a tecnologia tiver evoluído, originou o livro "The Prospect of Immortality," escrito pelo professor de física Robert Ettinger em 1964. A palavra "criogênico" deriva do termo grego para "frio".

No final dos anos 70, existiam seis empresas de preservação criogênica nos Estados Unidos. Porém, preservar e manter cada corpo era tão caro, que muitas empresas fecharam no fim dessa década.

Atualmente, poucas empresas oferecem serviços completos de suspensão criogênica, incluindo a Alcor Life Extension Foundation no Arizona e o Cryonics Institute em Michigan. No início de 2004, a Alcor tinha mais de 650 membros e 59 pacientes em preservação criogênica.

Se você decidir ser colocado em suspensão criogênica, o que vai acontecer? Bom, primeiramente você deve se associar a uma instalação de preservação criogênica e pagar uma taxa anual (aproximadamente US$ 400 por ano).

Então, quando seu coração parar de bater e você for declarado "legalmente morto", uma equipe de emergência entrará em ação. A equipe instalará um tratamento de suporte para manter o corpo vivo, fornecendo a você oxigênio suficiente para preservar uma função mínima até que você possa ser transportado para a instalação de suspensão. Seu corpo é embalado em gelo e é injetada heparina (um anticoagulante) para impedir que seu sangue coagule. Uma equipe médica aguarda a chegada de seu corpo na instalação de preservação criogênica.

Uma vez que você esteja na instalação de preservação criogênica, então tem início o "congelamento" real. As instalações de preservação criogênica não podem simplesmente colocar seus pacientes imersos em nitrogênio líquido, pois a água dentro de suas células congelaria. Quando a água congela, expande-se e isso faria com que as células simplesmente estourassem.

GALERIA DE IMAGENS - Clique para ampliar:

A equipe de preservação criogênica deve, primeiramente, remover a água de suas células substituindo-a com uma mistura química à base de glicerina chamada de crioprotetor - um tipo de anticongelante. O objetivo é proteger os órgãos e tecidos da formação de cristais de gelo a temperaturas extremamente baixas. Este processo, chamado de vitrificação (resfriamento profundo sem congelamento), coloca as células em estado de animação suspensa.

Uma vez que a água de seu corpo é substituída pelo crioprotetor, seu corpo é resfriado em uma cama de gelo seco até que atinge -130ºC, completando o processo de vitrificação. O próximo passo é colocar seu corpo em um recipiente individual que então é colocado em um grande tanque de metal com nitrogênio líquido a uma temperatura de aproximadamente - 196ºC. Seu corpo é armazenado de cabeça para baixo, de modo que se houver um vazamento no tanque, seu cérebro continuará imerso no fluído refrigerante.

A preservação criogênica é cara, podendo custar aproximadamente R$ 320 mil. Mas para os futuristas mais econômicos, R$ 105 mil poderiam preservar somente o cérebro para sempre – uma opção chamada de neurosuspensão. Com sorte, para todos que se preservarem desta maneira, o avanço tecnológico oferecerá uma maneira para clonar ou regenerar o resto do corpo.

Se você optar pela suspensão criogênica, espere por companhia. Vários corpos e/ou cabeças são normalmente armazenados no mesmo tanque de nitrogênio.

O recipiente é projetado para conter até quatro corpos e seis cabeças de pacientes imersos em nitrogênio líquido a -196ºC. O nitrogênio líquido é adicionado periodicamente para substituir uma pequena quantidade que evapora.

ALGUÉM JÁ FOI PRESERVADO POR MEIO DA CRIOGENIA?

Muitas pessoas estão armazenadas nas instalações de preservação criogênica. Provavelmente o mais famoso deles é a lenda do beisebol Ted Williams. Porém ninguém foi revivido, pois a tecnologia para isso ainda não existe.

Os críticos dizem que empresas que fazem a preservação criogênica estão simplesmente enganando pessoas para ganhar dinheiro com a promessa de uma imortalidade que não podem oferecer. Até os cientistas que fazem a preservação criogênica dizem que não conseguiram reviver ninguém - e não esperam ser capazes de fazê-lo em um futuro próximo. Um dos problemas é que, se o processo de aquecimento não for feito exatamente na velocidade correta, as células podem congelar e explodir.

Embora as pessoas em suspensão criogênica não tenham sido revividas ainda, alguns organismos vivos já foram trazidos de volta da morte ou de um estado próximo da morte. Desfibriladores e ressuscitação cardíaca trazem pessoas acidentadas e que sofreram ataque cardíaco de volta da morte praticamente diariamente. Os neurocirurgiões geralmente resfriam os corpos dos pacientes para que possam operar aneurismas - vasos sanguíneos aumentados no cérebro - sem danificá-los ou rompê-los. Os embriões humanos congelados em clínicas de fertilização, quando descongelados e implantados no útero da mãe crescem e transformam-se em seres humanos normais.

Os criobiólogos estão esperançosos que uma nova técnica chamada nanotecnologia torne possível reviver as pessoas algum dia. A nanotecnologia utiliza máquinas microscópicas para manipular átomos - as menores unidades de um organismo - para construir ou reparar virtualmente células e tecidos humanos. Espera-se que, algum dia, a nanotecnologia repare não somente os danos celulares causados pelo processo de congelamento, mas também os danos causados pelo envelhecimento e por doenças. Alguns criobiólogos prevêem que a primeira ressuscitação criogênica poderá ocorrer por volta de 2040.

Fonte: HowStuffWorks / ComoTudoFunciona.

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# Doença rara faz garota de 15 anos virar "bela adormecida".

No alto dos seus 15 anos, a britânica Louisa Ball tirou uma soneca e não se mexeu mais. Está dormindo por dias a fio e nenhuma espécie de estímulo ou agitação consegue acordá-la.

Louisa Ball. (Foto: NBC News.)

A garota está sob uma rara condição chamada popularmente de Síndrome da Bela Adormecida, mas não há nenhum  encantamento que possa resgatá-la de seu sono profundo. Os médicos não sabem a causa nem como curar o mau, apenas que atinge adolescentes e que vai embora sozinho após 8 ou 12 anos. Até que se vá, o enfermo fica em completo estado de desorientação.

A mãe de Louisa, Lottie, afirma que a menina tinha sintomas semelhantes aos da gripe por volta de um ano e pouco atrás e pouco tempo depois teve seu primeiro surto de dormir profundamente. Ela acabou sendo diagnosticada com a Síndrome de Kleine-Levin cujo número de vítimas não passam de 1.000 em todo o mundo.

As vítimas vivem semanas ou meses sem apresentar nenhum sintoma da síndrome, com padrões de sono e níveis de energia normais. Então, sem aviso prévio, elas vão dormir e passam dias ou semanas seguidos dormindo profundamente. Até agora, o maior acesso súbito de sono de Louisa durou 13 dias. Durante os ataques, as vítimas mantem-se acordadas por breves momentos, mas em estado desorientado e não totalmente alertas. O pais de Louisa forçam ela despertar para que possa usar o banheiro e comer.

Lottie Ball recorda o primeiro episódio da filha: "nós não podíamos acordá-la, aquilo era realmente muito constante". Louisa, levante-se, por favor. Venha comer. "Ela não tinha energia nem para abrir as pálpebras." Agora, os amigos de Louisa podem prever quando um novo acesso de sono está por vir. Ela simplesmente pára de falar e fica irritadiça. Neste momento, a única coisa que tem que fazer é ir para casa e se recolher à cama.

Louisa dormiu durante as férias da família, durante os recitais de dança que ela adora fazer, provas da escola e grandes pedaços de sua vida social. Quando ela finalmente acorda de um episódio de sonolência, seus amigos enchem-na de informações sobre o que ela perdeu, mas torna-se cada vez mais difícil recuperar o atraso com as tarefas escolares. Quando ela está dromindo, é como se ela não estivesse lá. "Ela não abraça você, ela não fala com você ", enfatiza a mãe aflita.

NÃO HÁ TRATAMENTO

A ciência médica ainda está em déficit na procura por um tratamento da síndrome, afirma o Dr. Emmanuel Mignot, diretor do Centro de Narcolepsia  da Universidade de Stanford.

Dr. Mignot (Foto: NBC News.)

Mignot diz que é possível que a síndrome seja desencadeada por uma infecção viral que, por algum motivo ainda desconhecido, afeta o equilíbrio de sono de um adolescente e perdura por anos. "Acreditamos que algumas pessoas são geneticamente predispostas a terem uma infecção que não é completamente curada  e, assim, parecem ser acometidas de recaídas regulares que têm como sintomas o fato de dormirem por dias seguidos". Mas, assim como os médicos não sabem a causa, também não sabem porque ela acaba tão misteriosamente como quando começa.

"É por isso que temos que fazer mais investigações sobre esta doença relativamente rara. Há provavelmente apenas algumas milhares de pessoas com o transtorno. Elas geralmente não serão notados, e há ainda muita pouca pesquisa sendo feita ", disse Mignot Lauer. "Acredito que o processo infeccioso, provavelmente fique menos ativo com o tempo e ela vai superá-lo."

Até a data do episódios é impossível de prever. "E esse é um grande problema. Nós nunca sabemos", explicou Mignot." Às vezes pode ser em duas semanas, às vezes pode ser em um mês. Às vezes as pessoas dizem: "É isso aí, eu cresci com isso, porque eu não tive um episódio por um ano e depois ele voltou."

NÃO SE TRATA DE NARCOLEPSIA

A síndrome não está relacionada com narcolepsia, cujas vítimas são constantemente tomadas por um cansaço e caem no sono por breves períodos a qualquer momento do dia.

Louisa Ball falando sobre sua doença em 2008.
(Foto: NBC News.)

"É completamente diferente", diz Mignot. "Pacientes narcolépticos simplesmente dormem o tempo todo, e eles têm dificuldade em permanecer acordado. É um distúrbio da vida. Depois de ter narcolepsia, você tem isso por toda a vida, enquanto que, no caso de Louisa, é algo episódica. É como ligado, desligado, ligado e desligado de novo. E isso é o que é realmente dramático.

"É tão dramático que algumas pessoas têm acusado Louisa de fingir os sintomas para conseguir atenção. Seu pai, Richard, pensa ser um absurdo. "É alguém que está perdendo um terço de sua vida ao dormir sem poder controlar", disse ele.

"Estou muito chateada em ter esta doença, sei que há muito que estou perdendo",  disse Louisa a um jornal britânico.

Reportagem original da NBC News em inglês, versão traduzida por Leandro Lima.

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# O funeral tibetano e o Enterro Celestial. Poético e sinistro.

Pessoal, esse é um poste com cenas fortes, não recomendado para os corações fracos.

Bem, outrora, quando escavocava pela Internet, topei num artigo intitulado de “Enterro Celestial”. - Nossa! Disse eu… Deve ser interessante. - Que tolo, mal saberia das cenas bizarras pelas quais me depararia.

Um campo aberto onde são realizadas cerimônias de 'enterro celestial' no Funeral Tibetano.

Então fiz uma pesquisa e a história é a seguinte: no Tibete, desde o século VII d.C., uma tradição nada comum para nós ocidentais é realizada quando vão “enterrar” seus mortos. Lá, ao invés de se abrigar os entes queridos no seio da “mãe terra”, eles são simplesmente dados para os abutres comerem. Bizarro, né?Mas não tanto depois da explicação que dão para esse fato.

Todo mundo sabe que no Tibete, a religião predominante é o budismo, do qual se prega o despego total às coisas materiais. Bem, então é isso o que eles fazem. Quando as pessoas comuns morrem, os corpos geralmente são oferecido aos abutres, não como uma falta de respeito, mas como um último gesto de generosidade da pessoa que faleceu. Não vêem muita utilidade em guardar um cadáver.

Acreditam também que, após a morte, o espírito se eleva aos céus e que seu corpo deva partir junto com ele, mas como isso poderia ser feito? Como viram, os tibetanos encontraram a resposta numa solução simples, enviá-lo em pedacinhos através dos abutres (aves consideradas sagradas para eles). É um verdadeira honra para um tibetano se “enterrado no céu”.

Essa prática foi proibida por algumas décadas depois que o Tibete foi invadido pela China em 1949, mas foi posteriormente permitido desde a década de 80. Um outro fato a se destacar é que os grandes mestres não eram enterradas celestialmente como as pessoas comuns, estes eram ou ainda são cremados e suas cinzas consagradas em pequenos templos, chamados "chörten" (ou stupa, em sânscrito).

GALERIA DE IMAGENS - Clique para ampliar:

(Escrito por Leandro Lima composto com alguns fragmentos de texto retirado do site Vida Perpetua.)

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# Cadáver intacto após 65 anos sepultado

Este foi um caso incrível que aconteceu numa cidade ao sul do México, um homem, após 65 anos de morto e sepultado, foi exumado e seu corpo estava praticamente intacto.

Bem, semana passada fui a uma cerimônia de sepultamento em um dos cemitérios mais antigos da cidade, o São Jorge em Feira de Santana, e me deparei com um lugar muito mal conservado, com lápides quebradas, túmulos mal-ajambrados, gavetas em cimento cru, lixo entre as covas, falta de calçamento apropriado; em fim, um verdadeiro caos, parecia que um furacão havia passado por ali. Achei terrível e uma falta de respeito com as pessoas ali jazidas. Inclusive, encontrei chumaços de cabelo próximo à cova onde seria enterrado o senhor. Provavelmente, pertencentes ao cadáver que dali fora exumado para dar lugar ao novo “hospede”.

Lembro ter olhado para os coveiros e ter me vindo à mente o pensamento de como deveria ser a rotina daqueles homens que lidam com a morte boa parte do tempo de suas vidas. Logo depois me veio a curiosidade em saber como seria uma exumação cadavérica. Um tanto macabro, admito, mas a curiosidade foi além de minhas forças. Então lembrei de casos de pessoas que, após anos sepultadas, são encontradas com seus corpos incorruptos. Fiz uma pesquisa pela internet e acabei encontrando este vídeo no You Tube feito por uma TV mexicana, a Azteca America.

Segundo a reportagem, a família do cadáver resolveu reformar a tumba na qual ele se encontrava para que posteriormente pudesse abrigar outros entes no futuro. Os coveiros do cemitério então deram andamento às obras, mas não contavam com tamanha surpresa. De acordo com os próprios, ficaram atônitos com a visão que se apresentava, tocaram no corpo e, quando perceberam que era um fato real e factível, saíram a correr amedrontados por entre as covas diante daquela a situação assombrosa. Imaginem, um corpo inalterado após 65 anos!!!

Este é um caso muito complexo para ciência… Quais processos bioquímicos e ambientais ocorreram ali para que este cadáver tenha se mantido “inteiro” por tanto tempo? Muitas investigações estão sendo feitas para apurar o caso. Acompanhem o vídeo e fiquem por dentro deste estranho fato. Está em espanhol, mas dá pra compreender… Realmente Incrível!

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